MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Apartamentos de 82 m² e 114 m², com plantas inteligentes, 2 ou 3 suítes e 2 vagas de garagem

Velaska Residencial - Jardim Guarani - Campinas/SP

Apartamentos de 82 m² e 114 m², com plantas inteligentes, 2 ou 3 suítes e 2 vagas de garagem

Velaska Residencial - Jardim Guarani - Campinas/SP

venda

Consulte

Dormitórios

3 Dormitórios, sendo 3 suítes

Garagens

2 Vagas

Área Privativa

114 m²

Previsão de Entrega

Outubro 26

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 3 suítes3 Banheiros2 VagasGaragem Coberta1 Closet1 Sala de TV1 Cozinha1 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Condomínio

AcademiaArea VerdeBrinquedotecaChurrasqueiraCâmeras de segurançaElevadorElevador de serviçoElevador socialGás EncarnadoMinimercadoPermite animaisPet placePiscina adultoPiscina infantilPlaygroundPortaria 24 horasROOFTOPSalão de festas

Proximidades

CambuiEscolaEscola de idiomaFaculdadeFarmáciaIgrejaPadariaShoppingSupermercadoTransporte público

Descrição do imóvel

RESIDENCIAL VELASCA

Apartamentos de 82 m² e 114 m², com plantas inteligentes, 2 ou 3 suítes e 2 vagas de garagem

Av. Imperatriz Dona tereza Cristina, 1050

JD. Paraiso - Campinas/SP


  • 3 suítes: 114 m²
  • 2 suítes: 82 m²
  • Garden: 158, 214 e 217 m²
  • 2 vagas


DESFRUTE DO MELHOR 

DA VIDA EM ESPAÇOS

ELEGANTES E COMPLETOS


Um endereço que combina arquitetura contemporânea, lazer completo e localização premium.


Residencial Velasca foi pensado para quem quer morar bem, com conforto, praticidade e um toque de exclusividade.


🏢 O prédio

Torre única, design moderno e áreas comuns entregues equipadas e decoradas.


Tudo pronto para usar, sem dor de cabeça.


🏊‍♂️ Lazer que acompanha seu ritmo

  • Piscina com deck molhado
  • Beach tennis
  • Beach bar
  • Espaço yoga
  • Pista de corrida
  • Playground
  • Salão de festas com espaço kids
  • Fitness,
  • Pet place e self market.


Aqui, o lazer acontece sem precisar sair de casa.


ÁREAS PRIVATIVAS – APARTAMENTOS GARDEN

  • Garden 2 suítes | Final 2
  • 158,46 m²
  • (82,06 m² de área interna + 76,40 m² de área externa)
  • Garden 3 suítes | Final 1
  • 201,29 m²
  • (113,94 m² de área interna + 87,35 m² de área externa)
  • Garden 3 suítes | Final 3
  • 215,51 m²
  • (114,42 m² de área interna + 101,09 m² de área externa)


🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!


Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰


Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis



Localização

Avenida Imperatriz Dona Teresa Cristina, 1050 - Jardim Guarani - Campinas/SP - 13100-200

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Ficha do imóvel

Unidades por andar6
Total de andares10
Número de torres1
Idade do imóvel0 ano
PerfilResidencial
SituaçãoEm construção
Possui mobília?Sem mobília
TerrenoPlano
Área Privativa114m²
Área Total114m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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