MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Apartamento à VENDA – com 110 m² | 4 Dorm (3 Suítes) | Andar Alto

Inspiratto Residence - Vila Progresso - Campinas/SP

Apartamento à VENDA – com 110 m² | 4 Dorm (3 Suítes) | Andar Alto

Inspiratto Residence - Vila Progresso - Campinas/SP

venda

R$1.090.000,00

Dormitórios

4 Dormitórios, sendo 3 suítes

Garagens

2 Vagas

Área Privativa

110 m²

Situação

Pronto para morar

Cômodos

4 Dormitórios, sendo 3 suítes4 Banheiros2 VagasGaragem Coberta1 Sala de TV1 Cozinha1 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Aquecimento a gásArmarios no banheiroArmário na cozinhaArmários na CozinhaArmários nos QuartosChurrasqueira EcológicaChuveiro a gásCooktopCozinha PlanejadaCozinha americanaGuarda Roupa PlanejadoInterfoneMinimercadoMoveis PlanejadosPiso PorcelanatoVaranda GourmetÁrea de serviçoÁrea esportiva

Características do Condomínio

MinimercadoPiscina Aquecida

Proximidades

EscolaEscola de idiomaFacul São Leopoldo MandicFarmáciaHospitalIgrejaPraçaShoppingSupermercadoTransporte públicoUnip

Descrição do imóvel

Apartamento à VENDA – com 110 m² | 4 Dorm (3 Suítes) | Andar Alto

Vila Progresso / Campinas – SP

Condomínio Resort • Próximo SLMandic e UNIP


Descrição do imóvel

Apartamento amplo e moderno, com 110 m² de área útil, andar alto, excelente ventilação e sol da manhã. Planta super bem distribuída e acabamento de qualidade.


  • 4 dormitórios (sendo 3 suítes)
  • Varanda gourmet com churrasqueira a carvão
  • Sala para dois ambientes
  • Rico em móveis planejados
  • 2 vagas de garagem cobertas
  • Andar alto • Vista aberta • Super arejado


Diferenciais

  • Varanda gourmet com churrasqueira tradicional
  • Suítes amplas
  • Projeto moderno e bem iluminado
  • Many armários planejados
  • Pronto para morar


🏢 Sobre o condomínio (14.973 m² de terreno)

Um verdadeiro resort urbano, com lazer completo para toda a família:

  • Piscinas adulto e infantil aquecidas (raia, deck molhado e toboágua)
  • Quadra de tênis oficial
  • Quadra poliesportiva
  • Academia completa
  • Espaço zen
  • Salões de festas, pub e espaço gourmet
  • Churrasqueiras externas e gazebo
  • Salão de jogos • Game station
  • Brinquedoteca • Sala de leitura
  • Coworking
  • Pista de skate • Parede de escalada
  • Pista de caminhada
  • Pet place
  • Playgrounds
  • Minimercado
  • Sala de cinema
  • Salão de beleza


📍 Localização

A poucos passos da São Leopoldo MandicUNIP, mercados, escolas, farmácias, restaurantes, pizzarias e comércios locais.

  • 4 km do Cambuí
  • 3 km do Centro de Campinas

Excelente para quem busca mobilidade, conveniência e qualidade de vida.



🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!


Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰


Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis

Localização

Rua Engenheiro Augusto de Figueiredo, 437 - Vila Progresso - Campinas/SP | Complemento: Res. Inspiratto - 13045-603
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Taxas

CondomínioR$1.050,00
IPTU AnualR$288,00

Ficha do imóvel

Andar12
Unidades por andar4
Total de andares20
Número de torres5
PerfilResidencial
SituaçãoPronto para morar
EscrituradoSim
AverbadoSim
Possui mobília?Sem mobília
Aceita FinanciamentoSim
Área Privativa110m²
Área Total110m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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