MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Avenida 105 Apartamentos de 154m² a 263m²

AVENIDA 105 - Vila Brandina - Campinas/SP

Avenida 105 Apartamentos de 154m² a 263m²

AVENIDA 105 - Vila Brandina - Campinas/SP

venda

R$2.200.000,00

Dormitórios

4 Dormitórios, sendo 4 suítes

Garagens

4 Vagas

Área Privativa

263 m²

Situação

Lançamento

Cômodos

4 Dormitórios, sendo 4 suítes5 Banheiros4 VagasGaragem Coberta1 Closet1 Sala de TV1 Cozinha1 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Armarios no banheiroArmários na CozinhaVentilação cruzadaVista LivreÁrea de serviçoÁrea esportiva

Características do Condomínio

Floresta de Bolso

Descrição do imóvel

Avenida 105 - Casa Figueira

Paineiras/iguatemi - SP

Avenida Senador Darcy Ribeiro - Vila Brandina - Campinas/SP


  • Dormitórios 3 ou 4 suítes
  • Área construída 154m² a 263m²
  • Vagas 3 ou 4


Instalações do condomínio


  • Academia de ginástica
  • Brinquedoteca
  • Espaço gourmet
  • Fitness
  • Home office
  • Horta
  • Piscina
  • Piscina infantil descoberta
  • Praça
  • Sala de yoga / pilates
  • Sauna



Sobre o imóvel

O Avenida 105 é o primeiro empreendimento residencial do Casa Figueira, um novo bairro planejado em Campinas, desenvolvido pela Building Empreendimentos.


Localizado próximo ao Shopping Iguatemi, o bairro ocupa uma área de 1 milhão de metros quadrados e busca se tornar uma nova centralidade urbana na cidade.


O edifício conta com uma torre única, com 80 apartamentos de 150 m² em configurações de três ou quatro suítes, além de quatro coberturas duplex de 254 m².


O projeto arquitetônico, assinado por Renato e Lilian Dal Pian, destaca-se pela fachada dinâmica com brises metálicos perfurados, que oferecem eficiência energética e conforto térmico.


O paisagismo, elaborado por Ricardo Cardim, incorpora elementos da Mata Atlântica, como jabuticabeiras e pitangueiras.


As áreas comuns incluem piscina, espaço gourmet, salão de jogos, academia, coworking, brinquedoteca, casa de festas com piscina privativa, horta comunitária e espaços para pets e relaxamento.




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Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis

Sobre o condomínio

O Avenida 105 redefine o conceito de sofisticação, unindo design inovador e arquitetura assinada por renomados escritórios. O primeiro empreendimento do Casa Figueira, bairro desenvolvido pelo grupo Iguatemi com 1 milhão de m² integrado ao shopping Iguatemi Campinas e com 240 mil m² de áreas verdes, seguindo tendências internacionais já consolidadas em Barcelona, Londres, Estocolmo e Hamburgo. Um bairro pensado para as pessoas, onde é possível morar, trabalhar, estudar, se exercitar e se divertir a distâncias caminháveis.


Diferenciando-se por sua fachada viva e design contemporâneo, o Avenida 105 se destaca pela sua ampla área de lazer e pelo paisagismo que valoriza a biodiversidade da Mata Atlântica. O projeto incorpora os traços inconfundíveis da Dal Pian Arquitetos, além de contar com a assinatura da Cardim Arquitetura Paisagística, que inclui sua criação inovadora: a Floresta de Bolso®.



Vídeo

Localização

Avenida Senador Darcy Ribeiro, 105 - Vila Brandina - Campinas/SP - 13092-516
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Ficha do imóvel

Total de andares1
Idade do imóvel1 ano
PerfilResidencial
SituaçãoLançamento
Possui mobília?Sem mobília
Aceita FinanciamentoSim
Área Privativa263m²
Área Total263m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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