MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Apartamento à venda com 109m², 3 quartos, 3 suítes e 2 vagas

Edifício Gemini Parque Prado - Parque Prado - Campinas/SP

Apartamento à venda com 109m², 3 quartos, 3 suítes e 2 vagas

Edifício Gemini Parque Prado - Parque Prado - Campinas/SP

venda

R$1.050.000,00

Dormitórios

3 Dormitórios, sendo 3 suítes

Garagens

2 Vagas

Área Privativa

109 m²

Situação

Pronto para morar

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 3 suítes4 Banheiros2 Vagas2 Closets1 Sala de TV1 Cozinha1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Armário na cozinhaArmários nos QuartosBoxChuveiro a gásVarandaÁrea de serviço

Características do Condomínio

AcademiaBrinquedotecaElevadorEspaço GoumertPiscina adultoPlaygroundPortaria 24 horasPortão ElétricoSala de jogosSalão de festasSaunaÁrea verde preservada

Descrição do imóvel



Descrição do imóvel

Apartamento para venda com 109m², 3 Quartos, 3 Suítes e 2 vagas

Avenida Maria Emília Alves dos Santos de Ângelis, 859 - Parque Prado, Campinas


  • 3 Quarto
  • 3 Suíte 
  • 2 Vaga de garagem 
  • 109m² 
  • Armários na cozinha
  • Armários no banheiro
  • Armários no quarto
  • Chuveiro a gás
  • Varanda
  • Box
  • Churrasqueira



Descrição

Procurando um apartamento para locação no Parque Prado, Campinas/SP? Acabou de encontrar a sua nova moradia! Este imóvel possui 2 dormitórios e uma 1 suíte perfeito para quem busca conforto e praticidade.


Condomínio

Com uma área privativa de 109m², este apartamento é ideal para quem mora com a família e tem um espaço confortável. O condomínio oferece uma piscina, academia, espaço gourmet, playground , área verde e um salão de jogos.


Imóvel amplo à venda com 3 quartos, sendo 3 suítes, e 4 banheiros no total. Este imóvel está bem equipado, é ideal para quem procura conforto e comodidade. O condomínio é bem equipado com diversas instalações, apropriado para quem busca lazer sem sair de casa e fica localizado em Avenida Maria Emília A. dos Santos de Angelis no bairro Parque Prado em Campinas. Está bem localizado, próximo a pontos de interesse de Parque Prado, tais como Shopping Prado Boulevard, E.E. Profa. Neli Helena Assis de Andrade, Bosque dos Guarantãs, Escola Cene, Bosque dos Artistas e Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLMANDIC).




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Fernando Martins Creci-221422F

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis

Localização

Avenida Maria Emília Alves dos Santos de Ângelis - Parque Prado - Campinas/SP - 13044-163
Imagem estática do "Street View" da localização

Conheça o bairro Parque Prado

Como é morar em Parque Prado

Campinas, São Paulo


Morar em Parque Prado

Localizado na Zona Sul da cidade de Campinas, o bairro Parque Prado é conhecido por oferecer uma excelente qualidade de vida aos seus moradores. É ideal para quem busca um lugar para viver com tranquilidade sem abrir mão da infraestrutura de uma grande cidade.

É uma região com alta procura, pois além de possuir uma ampla rede de serviços em seu entorno, possui um shopping (Prado Boulevard), fácil acesso ao centro de Campinas, a Via Anhanguera, ao anel viário Magalhães Teixeira e a cidades próximas como Valinhos, Vinhedo e até mesmo Jundiaí e São Paulo.


Morar no Parque Prado é ótimo, porque é o primeiro bairro planejado de Campinas. - Fábio Azevedo, morando há 12 anos no Parque Prado.

Por causa dessa facilidade de acesso, é uma ótima opção para quem trabalha ou estuda tanto na região quanto em outras áreas de Campinas e região.


O bairro Parque Prado é perigoso?

O bairro Parque Prado pode ser considerado um bairro seguro, com 75% das avaliações de moradores afirmando que é uma região segura. Além disso, 95% dos avaliadores afirmaram que o bairro possui ruas bem iluminadas e 90% avaliaram não ter risco de alagamentos.

O Parque Prado é considerado um bairro tranquilo e seguro, com baixos índices de violência. A região é bem policiada e há diversas câmeras de monitoramento instaladas nas ruas, além da presença de um Distrito Policial, contribuindo para a manutenção da segurança. Seus moradores relatam que é possível sair e andar a pé com tranquilidade.


Serviços em Parque Prado

O bairro Parque Prado oferece diversas opções de lazer, serviços e comodidades para seus moradores. Há diversas praças e espaços verdes para quem curte caminhar, praticar esportes ou apenas passear com seu cachorro. Em relação ao comércio, o bairro possui uma ampla variedade de serviços, como supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e lojas, garantindo que os moradores tenham acesso a tudo o que precisam sem precisar se deslocar para outros bairros.

Outra grande comodidade do bairro é a presença do Shopping Prado Boulevard, que favoreceu o surgimento de diversos outros estabelecimentos. Apenas em seu quarteirão há farmácias, mini mercados, bancos, cinema, cafeterias, açougues, cabeleireiros, barbearia, pizzaria, churrascaria, e restaurantes.

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Taxas

CondomínioR$1.008,00
IPTU AnualR$305,00

Ficha do imóvel

PerfilResidencial
SituaçãoPronto para morar
Possui mobília?Sem mobília
Área Privativa109m²
Área Total109m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça o bairro Parque Prado

Como é morar em Parque Prado

Campinas, São Paulo


Morar em Parque Prado

Localizado na Zona Sul da cidade de Campinas, o bairro Parque Prado é conhecido por oferecer uma excelente qualidade de vida aos seus moradores. É ideal para quem busca um lugar para viver com tranquilidade sem abrir mão da infraestrutura de uma grande cidade.

É uma região com alta procura, pois além de possuir uma ampla rede de serviços em seu entorno, possui um shopping (Prado Boulevard), fácil acesso ao centro de Campinas, a Via Anhanguera, ao anel viário Magalhães Teixeira e a cidades próximas como Valinhos, Vinhedo e até mesmo Jundiaí e São Paulo.


Morar no Parque Prado é ótimo, porque é o primeiro bairro planejado de Campinas. - Fábio Azevedo, morando há 12 anos no Parque Prado.

Por causa dessa facilidade de acesso, é uma ótima opção para quem trabalha ou estuda tanto na região quanto em outras áreas de Campinas e região.


O bairro Parque Prado é perigoso?

O bairro Parque Prado pode ser considerado um bairro seguro, com 75% das avaliações de moradores afirmando que é uma região segura. Além disso, 95% dos avaliadores afirmaram que o bairro possui ruas bem iluminadas e 90% avaliaram não ter risco de alagamentos.

O Parque Prado é considerado um bairro tranquilo e seguro, com baixos índices de violência. A região é bem policiada e há diversas câmeras de monitoramento instaladas nas ruas, além da presença de um Distrito Policial, contribuindo para a manutenção da segurança. Seus moradores relatam que é possível sair e andar a pé com tranquilidade.


Serviços em Parque Prado

O bairro Parque Prado oferece diversas opções de lazer, serviços e comodidades para seus moradores. Há diversas praças e espaços verdes para quem curte caminhar, praticar esportes ou apenas passear com seu cachorro. Em relação ao comércio, o bairro possui uma ampla variedade de serviços, como supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e lojas, garantindo que os moradores tenham acesso a tudo o que precisam sem precisar se deslocar para outros bairros.

Outra grande comodidade do bairro é a presença do Shopping Prado Boulevard, que favoreceu o surgimento de diversos outros estabelecimentos. Apenas em seu quarteirão há farmácias, mini mercados, bancos, cinema, cafeterias, açougues, cabeleireiros, barbearia, pizzaria, churrascaria, e restaurantes.

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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