Apartamento Alto Padrão à Venda, no Parque Prado, Campinas/SP
Condomínio Edifício Parnaso Eco Residencial - Parque Prado - Campinas/SP

Agende agora sua visita
Faça um agendamento de visita para conhecer melhor o imóvel.
Conheça o bairro Parque Prado
Como é morar em Parque Prado
Campinas, São Paulo
Morar em Parque Prado
Localizado na Zona Sul da cidade de Campinas, o bairro Parque Prado é conhecido por oferecer uma excelente qualidade de vida aos seus moradores. É ideal para quem busca um lugar para viver com tranquilidade sem abrir mão da infraestrutura de uma grande cidade.
É uma região com alta procura, pois além de possuir uma ampla rede de serviços em seu entorno, possui um shopping (Prado Boulevard), fácil acesso ao centro de Campinas, a Via Anhanguera, ao anel viário Magalhães Teixeira e a cidades próximas como Valinhos, Vinhedo e até mesmo Jundiaí e São Paulo.
Morar no Parque Prado é ótimo, porque é o primeiro bairro planejado de Campinas. - Fábio Azevedo, morando há 12 anos no Parque Prado.
Por causa dessa facilidade de acesso, é uma ótima opção para quem trabalha ou estuda tanto na região quanto em outras áreas de Campinas e região.
O bairro Parque Prado é perigoso?
O bairro Parque Prado pode ser considerado um bairro seguro, com 75% das avaliações de moradores afirmando que é uma região segura. Além disso, 95% dos avaliadores afirmaram que o bairro possui ruas bem iluminadas e 90% avaliaram não ter risco de alagamentos.
O Parque Prado é considerado um bairro tranquilo e seguro, com baixos índices de violência. A região é bem policiada e há diversas câmeras de monitoramento instaladas nas ruas, além da presença de um Distrito Policial, contribuindo para a manutenção da segurança. Seus moradores relatam que é possível sair e andar a pé com tranquilidade.
Serviços em Parque Prado
O bairro Parque Prado oferece diversas opções de lazer, serviços e comodidades para seus moradores. Há diversas praças e espaços verdes para quem curte caminhar, praticar esportes ou apenas passear com seu cachorro. Em relação ao comércio, o bairro possui uma ampla variedade de serviços, como supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e lojas, garantindo que os moradores tenham acesso a tudo o que precisam sem precisar se deslocar para outros bairros.
Outra grande comodidade do bairro é a presença do Shopping Prado Boulevard, que favoreceu o surgimento de diversos outros estabelecimentos. Apenas em seu quarteirão há farmácias, mini mercados, bancos, cinema, cafeterias, açougues, cabeleireiros, barbearia, pizzaria, churrascaria, e restaurantes.
Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)
Cômodos
Características
Condomínio
Descrição do imóvel
Apartamento à venda com 130m², 3 quartos e 4 vagas
Avenida Maria Emília A. dos Santos de Angelis
Parque Prado, Campinas
Descrição
- 3 quartos (3 suítes)
- 130 m²
- Cozinha
- 4 vagas
- 4 banheiros
- 10° andar
- Dispensa
- Lavabo
- Varanda Gourmet
Imóvel amplo à venda com 3 quartos, sendo 3 suítes, e 4 banheiros no total. Este imóvel está bem equipado, é ideal para quem procura conforto e comodidade. O condomínio é bem equipado com diversas instalações, apropriado para quem busca lazer sem sair de casa e fica localizado em Avenida Maria Emília A. dos Santos de Angelis no bairro Parque Prado em Campinas. Está bem localizado, próximo a pontos de interesse de Parque Prado, tais como Shopping Prado Boulevard, E.E. Profa. Neli Helena Assis de Andrade, Bosque dos Guarantãs, Escola Cene, Bosque dos Artistas e Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLMANDIC).
Descrição do proprietário
Apartamento de alto padrão a venda no parque Prado em Campinas 130 metros 4 suítes 4 vagas
Itens disponíveis
- Box
- Varanda
- Armários no quarto
- Armários nos banheiros
- Armários na cozinha
- Ar condicionado
- Chuveiro a gás
- Cozinha americana
- Home-office
- Quartos e corredores com portas amplas
🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!
Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰
Fernando Martins Creci-221422F
Corretor de Imóveis
📱 (19) 99622-5001 (whats)
Localização
Conheça o bairro Parque Prado
Como é morar em Parque Prado
Campinas, São Paulo
Morar em Parque Prado
Localizado na Zona Sul da cidade de Campinas, o bairro Parque Prado é conhecido por oferecer uma excelente qualidade de vida aos seus moradores. É ideal para quem busca um lugar para viver com tranquilidade sem abrir mão da infraestrutura de uma grande cidade.
É uma região com alta procura, pois além de possuir uma ampla rede de serviços em seu entorno, possui um shopping (Prado Boulevard), fácil acesso ao centro de Campinas, a Via Anhanguera, ao anel viário Magalhães Teixeira e a cidades próximas como Valinhos, Vinhedo e até mesmo Jundiaí e São Paulo.
Morar no Parque Prado é ótimo, porque é o primeiro bairro planejado de Campinas. - Fábio Azevedo, morando há 12 anos no Parque Prado.
Por causa dessa facilidade de acesso, é uma ótima opção para quem trabalha ou estuda tanto na região quanto em outras áreas de Campinas e região.
O bairro Parque Prado é perigoso?
O bairro Parque Prado pode ser considerado um bairro seguro, com 75% das avaliações de moradores afirmando que é uma região segura. Além disso, 95% dos avaliadores afirmaram que o bairro possui ruas bem iluminadas e 90% avaliaram não ter risco de alagamentos.
O Parque Prado é considerado um bairro tranquilo e seguro, com baixos índices de violência. A região é bem policiada e há diversas câmeras de monitoramento instaladas nas ruas, além da presença de um Distrito Policial, contribuindo para a manutenção da segurança. Seus moradores relatam que é possível sair e andar a pé com tranquilidade.
Serviços em Parque Prado
O bairro Parque Prado oferece diversas opções de lazer, serviços e comodidades para seus moradores. Há diversas praças e espaços verdes para quem curte caminhar, praticar esportes ou apenas passear com seu cachorro. Em relação ao comércio, o bairro possui uma ampla variedade de serviços, como supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e lojas, garantindo que os moradores tenham acesso a tudo o que precisam sem precisar se deslocar para outros bairros.
Outra grande comodidade do bairro é a presença do Shopping Prado Boulevard, que favoreceu o surgimento de diversos outros estabelecimentos. Apenas em seu quarteirão há farmácias, mini mercados, bancos, cinema, cafeterias, açougues, cabeleireiros, barbearia, pizzaria, churrascaria, e restaurantes.
Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)

