ONI DIJON - CASAS EM CONDOMÍNIO FECHADO

ONIDIJON - Alto do Taquaral - Parque Alto Taquaral - Campinas/SP

3 Dormitórios, sendo 3 suítes
2 Vagas
Área Construída171 m²
R$1.161.000,00/VENDA
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Fernando MartinsCRECI - 221422F

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Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Cômodos

3 Dormitórios, sendo 3 suítes
3 Banheiros
2 Vagas
Garagem Coberta
1 Closet
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Lavabo
1 Sala de jantar
1 Sala de estar
1 Área de serviço

Proximidades

Banco
Escola
Escola de idioma
Faculdade
Farmácia
Igreja
Lagoa do Taquaral
Padaria
Shopping
Supermercado
Transporte público

Descrição do imóvel

ONI DIJON - CASAS EM CONDOMÍNIO FECHADO

171,75M² COM ROOFTOP | 3 SUÍTES | 2 VAGAS

PRÓXIMO DA LAGOA DO TAQUARAL


Lançamento de condomínio de casas em localização privilegiada no Parque Alto Taquaral


Condomínio inovador em uma área total de terreno com 3.057,87m² e área à construir 2.695,87m², com Sistema Houseoni: Para controlar diversas funções inteligentes da sua residência incluindo fechadura digital, iluminação, persianas automatizadas, sensor de vazamento de gás e ar condicionado automatizado entregue com infraestrutura completa além de mais possibilidades de automação. Com mais segurança condomínio com mais segurança conta com guarita blindada, pulmão de segurança, portão de veículos automatizado, preparado para portaria remota, preparado para controle de acesso por reconhecimento facial. Área de lazer aconchegante conta com salão de festas, academia, playground e petplace.


4 tipos de plantas:


Tipo 1 - 171,75m²: PISO TÉRREO 57,25 m² Hall, sala de estar, lavabo, sala de jantar, cozinha americana, área de serviço. *As metragens não contemplam garagem e quintal / 1 PAVIMENTO 57,25 m² 3 Suítes sendo 1 Suíte máster com closet. / ROOFTOP 57,25 m² Churrasqueira, banheiro social, área preparada para SPA e área técnica. 2 vagas de garagem com ponto de abastecimento elétrico privativo.


Tipo 2 - 171,75m² PISO TÉRREO 57,25 m2 / 1 PAVIMENTO 57,25 m2 3 Suítes sendo 1 Suíte máster com closet. / ROOFTOP 57,25 m² Churrasqueira, banheiro social, área preparada para SPA e área técnica. 2 vagas de garagem com ponto de abastecimento elétrico privativo.


Tipologia 3 - 166,89m² PISO TÉRREO 55,63 m² Hall, sala de estar, lavabo, sala de jantar, cozinha americana, área de serviço. *As metragens não contemplam garagem e quintal / 1 PAVIMENTO 55,63 m² 3 Suítes sendo 1 Suíte máster com closet. ROOFTOP 54,63 m² Churrasqueira, banheiro social, área preparada para SPA e área técnica. 2 vagas de garagem com ponto de abastecimento elétrico privativo.


Tipologia 4 - 128,94m² PISO TÉRREO 42,98 m2 Hall, sala de estar, lavabo, sala de jantar, cozinha americana, área de serviço. *As metragens não contemplam garagem e quintal / 1 PAVIMENTO 42,98 m² 2 ou 3 Suítes sendo 1 Suíte máster com closet. / ROOFTOP 42,98 m² Churrasqueira, banheiro social, área preparada para SPA e área técnica. 2 vagas de garagem com ponto de abastecimento elétrico privativo.


Acesso fácil e rápido às principais vias de Campinas e as Rodovias Dom Pedro, Prof. Zeferino Vaz e Anhanguera. A 2 minutos da Lagoa do Taquara, 3 minutos do The Mall, 4 minutos do Shopping Dom Pedro e 9 minutos do Galleria Shopping.


Informações

  •  Ano de Lançamento: 2023
  • Ano de entrega Fev/2026

Lazer

  •  Espaço Pet
  •  Piscina Adulto
  •  Playground
  •  Salão de Festa


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Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


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Localização

Avenida Milton Christini, 1076 - Parque Alto Taquaral - Campinas/SP - 13087-785

Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Ficha do imóvel

Idade do imóvel3 anos
PerfilResidencial
SituaçãoLançamento
Previsão de entrega2026
Área Privativa171m²
Área Construída171m²
Terreno Área Total105m²
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