MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Splendor Patriani

Splendor - Patriani - Jardim Belo Horizonte - Campinas/SP

Splendor Patriani

Splendor - Patriani - Jardim Belo Horizonte - Campinas/SP

venda

R$929.000,00

Dormitórios

3 Dormitórios, sendo 2 suítes

Garagens

2 Vagas

Área Privativa

83 m²

Situação

Pronto para morar

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 2 suítes4 Banheiros2 VagasCom box na garagemGaragem Coberta1 Closet1 Sala de TV1 Cozinha1 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Gás individual

Características do Condomínio

Academia de ginásticaBicicletárioBrinquedotecaCasa de CampoCerca elétricaCoworkingCâmeras de segurançaDog WashElevadorElevador de serviçoElevador socialEspaço UBERMinimercadoPermite animaisPet placePiscina AquecidaPiscina adultoPlaygroundPortaria 24 horasPortão ElétricoVaga ElétricaÁrea verde preservada

Proximidades

BancoCambuiEscola de idiomaFaculdadeFarmáciaHospitalIgrejaLagoa do TaquaralPadariaPraçaRodoviaShoppingSupermercadoTransporte público

Descrição do imóvel

Splendor Patriani

Entregue em Janeiro de 2023

Campinas - Taquaral


83 a 115m² com depósito

2 e 3 suítes

2 e 3 vagas determinadas


Condomínio

O SPLENDOR PATRIANI será o prédio mais moderno e completo de Campinas e ousamos afirmar que também será o mais moderno e completo do interior de São Paulo! Quem morar em um apartamento do SPLENDOR PATRIANI será muito privilegiado.

A localização é fantástica! O Bairro do TAQUARAL é referência em Campinas e o SPLENDOR estará muito próximo da Lagoa do Taquaral, o parque mais querido da cidade.

Sem vizinhos de muro, o SPLENDOR PATRIANI ocupa uma quadra inteira no Taquaral, proporcionando um condomínio clube com muitas atividades de lazer e área verde muito bonita. Pensamos nos adultos com exclusiva quadra de Beach Tênis, nas crianças com pista para aprender a andar de bicicleta, e nos pets com área especial para que se exercitem.

Além disso, o empreendimento terá um COWORKING completo para quem trabalha em casa, possibilitando que receba visitas. O emprego tradicional mudará muito nos próximos anos e o SPLENDOR PATRIANI estará preparado para esta mudança.

Cada torre tem um tamanho de planta para que você possa escolher o apartamento que mais combina com você! As unidades da torre Brilho têm 2 suítes, enquanto as da torre Ápice oferecem 3 suítes.

Todos os apartamentos do SPLENDOR PATRIANI, no Taquaral, contam com lavabo e área de serviço destacada da cozinha, proporcionando mais conforto e privacidade. Com espaços amplos e ambientes integrados, as unidades têm janelas Full Light Window, que são maiores que o tamanho maior de mercado e proporcionam mais iluminação e ventilação natural. Os apartamentos ainda contam com infraestrutura para instalação de ar-condicionado.

Na área de tecnologia, o SPLENDOR terá uma tomada para carro elétrico para cada apartamento, elevadores regenerativos que geram até 65% da energia que consomem e fechaduras biométricas nas portas de entrada. Os apartamentos terão venezianas automatizadas nas suítes e gerador de energia que mantém operando toda a área social do prédio, além da geladeira, um ponto na sala e um ponto na cozinha do apartamento. São muitos diferenciais que tornam o SPLENDOR PATRIANI um prédio à frente do seu tempo.

100% vendido em 100 dias!!

Consultem nos para saber se voltou alguma unidade a venda.


🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!


Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰


Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis

Sobre o condomínio

O prédio

 

SPLENDOR PATRIANI será um dos prédios mais modernos e completos de Campinas e ousamos afirmar que também será um dos mais modernos e completos do interior de São Paulo! Quem morar em um apartamento do SPLENDOR PATRIANI será muito privilegiado.

Sem vizinhos de muro, o SPLENDOR PATRIANI ocupa uma quadra inteira no Taquaral, proporcionando um condomínio clube com muitas atividades de lazer e área verde muito bonita.

 

Área de lazer para todos

A área de lazer será incrível. Terá quadra de beach tennis para os adultos e pista para as crianças aprenderem a andar de bicicleta. Para os pets haverá uma área muito especial para que possam se exercitar.

Além disso, o Splendor terá um COWORKING completo para quem trabalha em casa, possibilitando receber visitas. O emprego tradicional mudará muito nos próximos anos e o SPLENDOR PATRIANI estará preparado para isso.

 

Apartamentos modernos e tecnológicos

Cada torre tem um tamanho de planta para que você possa escolher o apartamento que mais combina com você! As unidades da torre Brilho têm 2 suítes, enquanto as da torre Ápice oferecem 3 suítes.

Todos os apartamentos do SPLENDOR PATRIANI, no Taquaral, contam com lavabo e área de serviço destacada da cozinha, proporcionando mais conforto e privacidade.

Com espaços amplos e ambientes integrados, as unidades têm janelas Full Light Window, que são maiores que o tamanho maior de mercado e proporcionam mais iluminação e ventilação natural. Ah, e os apartamentos têm infraestrutura para instalação de ar-condicionado.

 

Um prédio sustentável

O Splendor será um prédio verdadeiramente sustentável. Cada apartamento terá em uma das vagas um ponto para recarregar carro elétrico com medição individual. 

Além disso, o condomínio teria elevadores com tecnologia regenerativa que gera até 65% da energia que consomem.

O prédio terá também um gerador que, em caso de falta de energia, mantém em funcionamento os equipamentos das áreas sociais e nos apartamentos permite que a tomada da geladeira continue funcionando e garante um ponto de luz na sala e na cozinha.

São muitos diferenciais que tornam o SPLENDOR PATRIANI um prédio à frente do seu tempo.


Localização

Rua Henrique Schroeder, 111 - Jardim Belo Horizonte - Campinas/SP - 13076-550

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Ficha do imóvel

PerfilResidencial
SituaçãoPronto para morar
Possui mobília?Sem mobília
Aceita FinanciamentoSim
Área Privativa83m²
Área Total83m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Olá! Estamos disponíveis para te ajudar.