MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

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Solaris Condomínio Parque

Solaris Condomínio Parque - Jardim Cura D'Ars - Campinas/SP

Solaris Condomínio Parque

Solaris Condomínio Parque - Jardim Cura D'Ars - Campinas/SP

venda

R$248.000,00

Dormitórios

2 Dormitórios, sendo 1 suíte

Garagens

1 Vaga

Área Privativa

44,53 m²

Previsão de Entrega

Abril/2025

Cômodos

2 Dormitórios, sendo 1 suíte2 Banheiros1 Vaga0 Closet0 Escritório0 Copa1 Sala de TV1 Cozinha0 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço0 Dependência p/empregada

Características do Condomínio

Academia de ginásticaBicicletárioCerca elétricaElevadorPiscina adultoPista de caminhadaPlaygroundQuadra poliesportivaSala de jogosSalão de festas

Proximidades

BancoEscolaFaculdadeFarmáciaPadariaPraçaRodoviaShoppingSupermercadoTransporte públicoUnip

Descrição do imóvel

Solaris Condomínio Parque

Campinas/São Paulo - SP


SOLARIS, contará com Apartamentos de 2 dormitórios, suíte, varanda e 1 vaga de garagem.


  • 44.00 - 62.25 m²
  • 2 Dormitórios
  • 1 Banheiro
  • 0 - 1 Suíte
  • 1 Vaga



Descrição

Para mais um lançamento no bairro Panamby Campinas, um espaço totalmente planejado e que já recebeu o ARBO CONDOMÍNIO PARQUE e o VERT CONDOMÍNIO PARQUE.


Agora uma nova oportunidade para realizar seu sonho chegou! Aqui a natureza estará presente no seu dia a dia. Sinta o clima do seu novo lar, viva em um bairro projetado para você e aproveite um novo estilo de vida com muito mais qualidade, segurança e comodidade.


O lugar perfeito para viver feliz! São apartamentos com 2 dormitórios, com suíte, lazer completo e vaga. Aqui você está em um condomínio totalmente planejado, cercado de natureza, com uma infraestrutura projetada para oferecer o máximo em conforto, comodidade e lazer. No Solaris Condomínio Parque onde quer que você vá existe um bom motivo para sentir-se bem.


Diferenciais do Empreendimento

  •  Lazer Completo
  •  Suíte
  •  Condomínio Fechado
  •  Segurança 24 HRS
  •  Diversas opções de transporte público
  •  Opções na Planta
  •  Estacionamento para Bicicletas
  •  Espaço Gourmet
  •  Localização Privilegiada
  •  Varanda
  •  Comércios no local
  •  Qualidade de Vida
  •  Espaço Verde e Contato com a Natureza


Proximidades

  • Shoping Iguatemi e Galeria Shopping
  • UNIP, Universidade São Francisco


Ficha Técnica

Total de unidades: 237

Número de Torres: 03


Localização

Endereço do empreendimento

Rua Marta Da Silva Pereira, 80 – Jardim Das Cerejeiras


🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!


Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰


Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis

Localização

Avenida Engenheiro Antônio Francisco de Paula Souza - Jardim Cura D'Ars - Campinas/SP - 13045-541

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Ficha do imóvel

Minha Casa Minha VidaSim
Total de andares12
Número de torres3
Idade do imóvel4 anos
PerfilResidencial
SituaçãoLançamento
Possui mobília?Sem mobília
Aceita FinanciamentoSim
Área Construída44,53m²
Área Privativa44,53m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça a cidade Campinas

Sem Imagem

História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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