MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

MAVERICK IMÓVEIS | Creci: 041880/J

Apartamento PARA LOCAÇÃO Alto Padrão

Res. Costa do Marfim - Cambuí - Campinas/SP

Apartamento PARA LOCAÇÃO Alto Padrão

Res. Costa do Marfim - Cambuí - Campinas/SP

aluguel

R$5.600,00

Dormitórios

3 Dormitórios, sendo 2 suítes

Garagens

2 Vagas

Área Privativa

184 m²

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 2 suítes3 Banheiros2 VagasGaragem Coberta1 Closet1 Copa1 Sala de TV1 Cozinha1 Lavabo1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Armários na CozinhaArmários nos QuartosMoveis PlanejadosPiso LaminadoPortariaÁrea esportiva

Características do Condomínio

ChurrasqueiraCâmeras de segurançaElevadorPermite animaisPiscina adulto

Proximidades

BancoBosqueCambuiEscolaEscola de idiomaFaculdadeFarmáciaHospitalIgrejaLagoa do TaquaralPadariaPraçaShoppingSupermercadoTransporte público

Descrição do imóvel


Apartamento para alugar com 3 quartos, 210m²

Rua Alecrins, Cambuí, Campinas



  • 210 m²
  • 3 quartos
  • (2 suítes)
  • 3 banheiros
  • 2 vagas
  • 17º andar
  • Aceita pet
  • Sem mobília


Já pensou em comprar?

Você também pode comprar esse imóvel. Valor de compra: R$ 1.799.000

Ver mais


Descrição do proprietário

Excelente localização, vagas paralelas, prédio luxuoso com academia, quadra, depósito individual, piscina e vizinhos amistosos.


Disponível no Imóvel

Box, Varanda, Armários embutidos no quarto, Armários nos banheiros, Armários na cozinha, Chuveiro a gás, Closet, Área de serviço


Condomínio Costa Do Marfim

Disponível

Playground, Piscina, Churrasqueira, Quadra esportiva, Academia, Salão de festas, Salão de jogos, Área verde, Elevador, Portaria 24h


  • Aluguel R$ 5.600
  • Condomínio R$ 1.500
  • IPTU R$ 334
  • Total R$ 7.434


🏡 Quer um imóvel para chamar de seu? Eu ajudo você!


Agende agora uma visita, fale comigo: 🔰


Fernando Martins (Creci-221422F)

Corretor de Imóveis

📱 (19) 99622-5001 (whats)


http://linktr.ee/mvkimoveis


Localização

Rua Alecrins - Cambuí - Campinas/SP - 13024-410

Conheça o bairro Cambuí

Sem Imagem


🌳 Cambuí – o bairro mais charmoso de Campinas


Se tem um bairro que é sinônimo de qualidade de vida em Campinas, é o Cambuí. Repleto de árvores, com ruas que convidam pra caminhar e uma infinidade de serviços, cafés e restaurantes — dá pra resolver tudo a pé e ainda curtir o passeio.


💼 Vida prática:

Tem de tudo por perto — bancos, academias, padarias, mercados e lojinhas charmosas. O transporte público é ótimo e as principais avenidas (Orosimbo Maia, Brasil e Anchieta) conectam rapidinho com o resto da cidade.


🎓 Educação de ponta:

As melhores escolas particulares estão aqui — Progresso, Objetivo e Madre Cecília. Pra quem faz faculdade, o bairro também abriga UNIP, FMU e São Francisco, além de cursos de idiomas e até robótica.


🍝 Gastronomia e vida noturna:

O Cambuí é o coração gastronômico de Campinas! Restaurantes como Lume, Olivetto, Théo Medeiros, Lima Cocina, Black Sheep e Maialini são parada obrigatória. E pra um café charmoso, nada melhor que Anauê, Julie Bakery, Café Container ou Maria Antonieta.

À noite, o bairro ferve com bares como Bar do Conde, Nashville e o clássico Red Lion.


🎭 Lazer e cultura:

Tem de tudo: Teatro Escola Macunaíma, Arena, Carlito Maia, MACC – Museu de Arte Contemporânea, além de clubes tradicionais como o Tênis Clube e o Clube Campineiro de Regatas e Natação.


📍 Localização estratégica:

Cercado por bairros importantes como Taquaral, Nova Campinas e Guanabara, o Cambuí tem uma das melhores localizações da cidade — perto de tudo e com aquele clima de bairro nobre.


💡 Curiosidade:

O Cambuí nasceu ainda no século XIX, quando a elite campineira se instalou por ali. Nas décadas de 1950 e 60, as mansões deram lugar aos prédios luxuosos — e o bairro se tornou o que é hoje: um dos mais desejados e valorizados de Campinas.


Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


Taxas Mensais

CondomínioR$1.500,00
IPTU AnualR$334,00

Ficha do imóvel

Total de andares20
Número de torres1
PerfilResidencial
EscrituradoSim
AverbadoSim
Possui mobília?Mobiliado
Área Privativa184m²
Área Total210m²
avatar
Fernando MartinsCRECI - 221422F

Conheça o bairro Cambuí

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🌳 Cambuí – o bairro mais charmoso de Campinas


Se tem um bairro que é sinônimo de qualidade de vida em Campinas, é o Cambuí. Repleto de árvores, com ruas que convidam pra caminhar e uma infinidade de serviços, cafés e restaurantes — dá pra resolver tudo a pé e ainda curtir o passeio.


💼 Vida prática:

Tem de tudo por perto — bancos, academias, padarias, mercados e lojinhas charmosas. O transporte público é ótimo e as principais avenidas (Orosimbo Maia, Brasil e Anchieta) conectam rapidinho com o resto da cidade.


🎓 Educação de ponta:

As melhores escolas particulares estão aqui — Progresso, Objetivo e Madre Cecília. Pra quem faz faculdade, o bairro também abriga UNIP, FMU e São Francisco, além de cursos de idiomas e até robótica.


🍝 Gastronomia e vida noturna:

O Cambuí é o coração gastronômico de Campinas! Restaurantes como Lume, Olivetto, Théo Medeiros, Lima Cocina, Black Sheep e Maialini são parada obrigatória. E pra um café charmoso, nada melhor que Anauê, Julie Bakery, Café Container ou Maria Antonieta.

À noite, o bairro ferve com bares como Bar do Conde, Nashville e o clássico Red Lion.


🎭 Lazer e cultura:

Tem de tudo: Teatro Escola Macunaíma, Arena, Carlito Maia, MACC – Museu de Arte Contemporânea, além de clubes tradicionais como o Tênis Clube e o Clube Campineiro de Regatas e Natação.


📍 Localização estratégica:

Cercado por bairros importantes como Taquaral, Nova Campinas e Guanabara, o Cambuí tem uma das melhores localizações da cidade — perto de tudo e com aquele clima de bairro nobre.


💡 Curiosidade:

O Cambuí nasceu ainda no século XIX, quando a elite campineira se instalou por ali. Nas décadas de 1950 e 60, as mansões deram lugar aos prédios luxuosos — e o bairro se tornou o que é hoje: um dos mais desejados e valorizados de Campinas.


Conheça a cidade Campinas

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História de Campinas

 


A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.

No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.

O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.

Mais: São Paulo no Século 18 

Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.

Mais: São Paulo no Século 19 

Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.

Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.

Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.

No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).

Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.

(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)


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