EPIC CAMBUÍ PATRIANI
EPIC CAMBUÍ PATRIANI - Cambuí - Campinas/SP

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Conheça o bairro Cambuí
🌳 Cambuí – o bairro mais charmoso de Campinas
Se tem um bairro que é sinônimo de qualidade de vida em Campinas, é o Cambuí. Repleto de árvores, com ruas que convidam pra caminhar e uma infinidade de serviços, cafés e restaurantes — dá pra resolver tudo a pé e ainda curtir o passeio.
💼 Vida prática:
Tem de tudo por perto — bancos, academias, padarias, mercados e lojinhas charmosas. O transporte público é ótimo e as principais avenidas (Orosimbo Maia, Brasil e Anchieta) conectam rapidinho com o resto da cidade.
🎓 Educação de ponta:
As melhores escolas particulares estão aqui — Progresso, Objetivo e Madre Cecília. Pra quem faz faculdade, o bairro também abriga UNIP, FMU e São Francisco, além de cursos de idiomas e até robótica.
🍝 Gastronomia e vida noturna:
O Cambuí é o coração gastronômico de Campinas! Restaurantes como Lume, Olivetto, Théo Medeiros, Lima Cocina, Black Sheep e Maialini são parada obrigatória. E pra um café charmoso, nada melhor que Anauê, Julie Bakery, Café Container ou Maria Antonieta.
À noite, o bairro ferve com bares como Bar do Conde, Nashville e o clássico Red Lion.
🎭 Lazer e cultura:
Tem de tudo: Teatro Escola Macunaíma, Arena, Carlito Maia, MACC – Museu de Arte Contemporânea, além de clubes tradicionais como o Tênis Clube e o Clube Campineiro de Regatas e Natação.
📍 Localização estratégica:
Cercado por bairros importantes como Taquaral, Nova Campinas e Guanabara, o Cambuí tem uma das melhores localizações da cidade — perto de tudo e com aquele clima de bairro nobre.
💡 Curiosidade:
O Cambuí nasceu ainda no século XIX, quando a elite campineira se instalou por ali. Nas décadas de 1950 e 60, as mansões deram lugar aos prédios luxuosos — e o bairro se tornou o que é hoje: um dos mais desejados e valorizados de Campinas.
Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)
Cômodos
Características
Condomínio
Proximidades
Descrição do imóvel
EPIC CAMBUÍ PATRIANI
CAMPINAS - CAMBUÍ
• 163 e 189m2
• 3 ou 4 suítes, sendo uma de serviço mais lavabo
• 3 vagas determinadas
• Entrega em Setembro / 25
Um dos prédios mais modernos e tecnológico de Campinas.
- Apartamentos de 162m2 e 189m2 incluindo depósito privativo nas garagens.
- Elevador com hall social privativo nos apartamentos.
- Plantas com 3 e 4 suítes mais lavabo e suíte de serviço.
- 2 varandas, uma de cada lado da sala, sendo uma social e outra gourmet com churrasqueira a carvão completa.
- 3 vagas determinadas por apartamento, sendo uma americana e duas com ponto de
recarga para carro elétrico, com medição individual.
- O prédio terá fazenda solar para captação de energia solar e economia de energia elétrica.
- Lindas e modernas casa de campo e beach arena
A LOCALIZAÇÃO É SHOW!
UM PROJETO COM TANTA SUSTENTABILIDADE E MODERNIDADE SÓ PODERIA ESTAR EM UM ENDEREÇO TÃO ESPECIAL.
Será, de longe, o mais moderno e tecnológico prédio do Cambuí, em Campinas. Na Padre Almeida e a duas quadras do Tênis Clube, localização show. Plantas com 3 ou 4 suítes sociais e mais uma suíte de serviço.
Apartamentos de 162 e 189m2, incluindo hobby box na garagem e mais 3 vagas, sendo uma vaga para cabine dupla e mais duas vagas elétricas para receber seus futuros carros elétricos.
Será o único prédio do Cambuí com ventilação dupla, isto significa duas frentes e duas varandas na sala: uma gourmet com churrasqueira para o lado sul e outra varanda social para o lado norte.
Será uma torre de 32 andares, com 54 apartamentos e vistas duplas espetaculares. Sendo somente dois apartamentos por andar e todos com duas varandas com vista dupla para dos dois lados do Cambuí.
Não tem nada igual no bairro.
O EPIC será tão tecnológico e pensado para condomínio baixo (R$1.160 e R$1.280) que não vamos construir apartamentos na cobertura para permitir colocar uma fazenda de energia solar no topo,
gerando economia para todos no condomínio.
Cada apartamento terá um quintal generoso e uma área de lazer perfeita que incluirá quadra de Beach Tennis e Casa de Campo com piscina privativa.
Desculpe a nossa falta de modéstia, mas o EPIC, de longe, será o mais moderno prédio do Cambuí.
Não compre apartamentos no Cambuí sem ver o EPIC, poderá se arrepender. O preço é bem legal, confira: somando a área privativa do apartamento, mais a área do hobby box e a área das vagas determinadas
(38m2) totalizam 200m2 ou 227m2. Desta forma, o preço do andar médio (8º andar) será de R$9.290 o metro quadrado.
Rua Padre Almeida, 652 - Cambuí - Campinas | Digite no Waze: EPIC CAMBUÍ PATRIANI
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Fernando Martins (Creci-221422F)
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📱 (19) 99622-5001 (whats)
Descrição da permuta
Localização
Conheça o bairro Cambuí
🌳 Cambuí – o bairro mais charmoso de Campinas
Se tem um bairro que é sinônimo de qualidade de vida em Campinas, é o Cambuí. Repleto de árvores, com ruas que convidam pra caminhar e uma infinidade de serviços, cafés e restaurantes — dá pra resolver tudo a pé e ainda curtir o passeio.
💼 Vida prática:
Tem de tudo por perto — bancos, academias, padarias, mercados e lojinhas charmosas. O transporte público é ótimo e as principais avenidas (Orosimbo Maia, Brasil e Anchieta) conectam rapidinho com o resto da cidade.
🎓 Educação de ponta:
As melhores escolas particulares estão aqui — Progresso, Objetivo e Madre Cecília. Pra quem faz faculdade, o bairro também abriga UNIP, FMU e São Francisco, além de cursos de idiomas e até robótica.
🍝 Gastronomia e vida noturna:
O Cambuí é o coração gastronômico de Campinas! Restaurantes como Lume, Olivetto, Théo Medeiros, Lima Cocina, Black Sheep e Maialini são parada obrigatória. E pra um café charmoso, nada melhor que Anauê, Julie Bakery, Café Container ou Maria Antonieta.
À noite, o bairro ferve com bares como Bar do Conde, Nashville e o clássico Red Lion.
🎭 Lazer e cultura:
Tem de tudo: Teatro Escola Macunaíma, Arena, Carlito Maia, MACC – Museu de Arte Contemporânea, além de clubes tradicionais como o Tênis Clube e o Clube Campineiro de Regatas e Natação.
📍 Localização estratégica:
Cercado por bairros importantes como Taquaral, Nova Campinas e Guanabara, o Cambuí tem uma das melhores localizações da cidade — perto de tudo e com aquele clima de bairro nobre.
💡 Curiosidade:
O Cambuí nasceu ainda no século XIX, quando a elite campineira se instalou por ali. Nas décadas de 1950 e 60, as mansões deram lugar aos prédios luxuosos — e o bairro se tornou o que é hoje: um dos mais desejados e valorizados de Campinas.
Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)

