Condomínio Vita Parque
Condomínio Vita Parque - Parque Industrial - Campinas/SP

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Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)
Cômodos
Características
Condomínio
Proximidades
Descrição do imóvel
Condomínio Vita Parque
Apartamento à venda com 70m², 2 quartos e 1 vaga
Rua Manuel Francisco Monteiro, Parque Industrial, Campinas
Descrição do Imóvel
- 2 quartos (1 suíte)
- 70 m²
- 1 vaga
- Varanda
- 2 banheiros
- Sala de estar e jantar
- Móveis Planejados
- Vista livre
- 10º andar
- Condomínio R$ 380
Disponível
Box, Varanda, Armários embutidos no quarto, Armários nos banheiros, Armários na cozinha, Ar condicionado, Chuveiro a gás, Área de serviço.
Descrição do Condomínio
Condomínio Vita Parque
- Playground, Piscina, Churrasqueira, Quadra esportiva, Academia, Salão de festas, Espaço gourmet na área comum, Brinquedoteca, Salão de jogos, Área verde, Elevador, Aceita Pets, Portaria 24h
Sobre esse imóvel
Aconchegante apartamento à venda com 2 quartos, sendo 1 suíte, e 2 banheiros no total. Este apartamento é bem equipado, bom para quem procura conforto e comodidade e fica situado no 10º andar. O condomínio é bem equipado com diversas instalações, apropriado para quem busca lazer sem sair de casa e fica localizado em Rua Manuel Francisco Monteiro no bairro Parque Industrial em Campinas. É bem localizado, próximo a pontos de interesse de Parque Industrial, tais como Microlins, Centro Kennedy, Escola Estadual Vitor Meireles, Fisk, Hospital e E.E. Consuelo Freire Brandão.
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Sobre o condomínio
Sobre Condomínio Vita Parque
O Condomínio Vita Parque é equipado com diversas instalações, como academia, playground, quadra esportiva, piscina, salão de festas, churrasqueira, espaço gourmet na área comum e salão de jogos.
Fica localizado em R. Manuel Francisco Monteiro, no bairro Parque Industrial, Campinas, próximo a lugares como Microlins, Centro Kennedy, Escola Estadual Vitor Meireles, Fisk, Hospital e E.E. Consuelo Freire Brandão.
No Condomínio Vita Parque você poderá encontrar imóveis de 53 a 88m² de área, com 2 a 3 quartos e até 2 vagas de garagem.
Localização

Conheça a cidade Campinas
História de Campinas
A região, onde hoje está Campinas, tem pouco mais de 260 anos de história desde a sua colonização. A cidade surgiu no século 18 como um bairro rural da Vila de Jundiaí.
No governo de D. Rodrigo Cesar de Menezes, entre 1721 e 1730, foi aberto o Caminho dos Goiases. Instalou-se, logo a seguir, entre Jundiaí e Mogi-Mirim, um pouso para descanso dos tropeiro, que iam ou retornavam de Goiás ou Cuiabá. A aparagem em Jundiaí ficou sendo conhecida como "Campinas do Mato Grosso" por existirem três "campinhos" em meio a mata. As terras devolutas da coroa passaram então a ser solicitadas, datando de 1728 a concessão da primeira sesmaria, confirmada em 15 de novembro de 1732.
O povoamento da região campineira iniciou-se a partir de 1739, com a chegada de Barreto Leme e sua gente, formando-se um bairro rural. Em 1767, esse bairro contava com várias famílias que viviam da lavoura.
Mais: São Paulo no Século 18 ►
Ainda na segunda metade do século 18, o desenvolvimento da região foi impulsionado pela chegada de fazendeiros vindos principalmente de Itu, Porto Feliz e Taubaté. Esses fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
Mais: São Paulo no Século 19 ►
Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas.
Com a criação da Província Eclesiástica de São Paulo, em 1908, criou-se também a Diocese de Campinas.
Com a crise do café nos anos 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de polo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agroindústrias e estabelecimentos diversos). Assim, entre os anos 1930 e 1940, Campinas passou a um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (anos 1980).
Estes novos bairros, implantados originalmente sem infraestrutura urbana, conquistaram uma melhor condição de urbanização entre os anos 1950 e 1990, ao mesmo tempo em que o território da cidade aumentava 15 vezes e sua população, cerca de 5 vezes. Entre os anos 1970 e 1980, os fluxos migratórios levaram a população a praticamente dobrar de tamanho.
(Fontes principais: Prefeitura de Campinas e IBGE)

